La Chica Mor: Priscilla Barreto

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Pra Bailar

Chicas como estão? Como passaram o fim de semana?
 Para começar essa segunda com o pé direito chegamos com uma ótima novidade. A partir de hoje uma vez por semana teremos a coluna "Pra bailar" sempre com o melhor da música, tudo a cargo do nosso super chico Paulo Mendonça
Aumenta o som!!
Xoxo
Pris

Melanie C e o pop que não vinga



Victória Beckham é de fato a ex-spice girl mais bem sucedida do grupo, pois optou por trabalhar com moda, deixando a música de lado (fez bem). Já outras integrantes permanecem na mídia participando de programas de TV e reallity shows. O que nos faz acreditar que a única que leva a música a sério (e não desiste nunca) é Melanie C, que sempre foi considerada a melhor vocalista entre as demais da banda, além de ter a carreira solo mais sucedida.

Quando Melanie lançou, há mais de 10 anos atrás, seu 1º álbum Northern Star, todo mundo pensou que a Sport Spice teria uma carreira solo promissora, pois o disco trazia de tudo um pouco: rock, baladas românticas, dance e até R&B. Havia ali uma cantora bem versátil. Mas, depois do pop morno de Reason (2003), passando pelo rock pesado de Beautiful Intentions (2005) e o fraquinho “This Time” (2007), a inglesa decidiu dar um upgrade na carreia.



Lançado este mês, The Sea é o 5º álbum da garota de Liverpool, que contou com um time de peso para dar uma cara mais jovem e pop para o disco. Mas, depois de usar o single Rock me como experimento em alguns países, a cantora percebeu que não leva muito jeito para dance music. A tentativa de pegar carona nas “músicas de balada” não vingou. Mesmo assim, Melanie lançou o disco com o carro-chefe Think About it, uma mistura de Teenage Dream com Fireworks da Katy Perry.


É certo que na voz de Katy seria um hit mundial, mas Melanie não é uma cantora que faz falta para a indústria da música (só para seus fãs mesmo). De fato, o disco soa bem mais pop que os demais, e é possível encontrar canções com potencial para single como, por exemplo, Weak (uma mistura de pop com ritmos latinos) e Burn (balada com batidas mais americanizadas). E mesmo com esse potencial e a imagem mais sexy que Melanie aderiu nessa nova fase, é certo que esse disco não vingará. O que é uma pena, pois além de ser uma grande cantora (com uma voz que não remete a de nenhuma outra), Melanie fez um disco bem produzido, redondo e, principalmente, coerente com o que ela representa para a música: uma cantora pop que fez parte de um grupo de sucesso. Sem aquela coisa de I wanna be a rockstar. Quem acompanha sabe que Melanie curte um som mais pesado - e até leva jeito para a coisa -, mas ela não tem calibre para migrar para o segmento do rock, pois há um passado bem marcante que a impede de ser encarada como uma boa artista.




Para quem tem curiosidade, além das canções citadas acima, o disco conta com ótimas músicas, como One by On”, Drown e a faixa título The Sea. Há também a regravação de Liebe ist alles, da banda alemã Rosenstolz, que ganhou o nome de Let There Be Love na versão em inglês.

Nota 8,0

Por Paulo Mendonça

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